- O que faremos com eles?
E alguém tossiu.
- Vamos comê-los é claro – disse uma vozinha horripilante, cutucando Eduardo na barriga com uma pequena lança na mão.
- Claro que não. Temos que levá-los à Gandon. Será que você não sabe que tudo têm de passar pelas mãos dele primeiro? Depois é que ele nos dá aqueles que não são mais úteis para ele!
- Eles estão desmaiados – gritou outra vozinha, só que esta era mais rouca e mandona. –Seria muito mais fácil matá-los. Vocês não acham?
Eduardo, Raquel e Hugo estavam desacordados em cima de um amontoado de folhas secas. Depois de minutos Raquel abriu os olhos com esforço, tentou ver o céu entre as copas das gigantescas árvores, mas não deu. Levou a mão na altura da testa e viu uma carinha verde lhe dar um sorriso maldoso. E a garota dera um grito, ao levantar a cabeça e bater no queixo da criaturinha miudinha que, caiu para trás.
- Hugo... Eduardo! Acordem, agora! – pedia Raquel. Não sabia se olhava para as criaturinhas verdes ou balançava os braços dos irmãos. – Que roupas são essas?
Eduardo abriu os olhos. Tentou gritar, mas não saiu nada. A única coisa que pôde fazer foi encolher as pernas. Os três vestiam roupas rasgadas e sujas, como se estivessem ficado presos durante anos em uma cela escura e vazia.
- Quem são eles? – pergunto Hugo, vendo outra criaturinha miudinha aponta-lhe uma zarabatana.
- Cuidado, Crisco!
- Pode ficar tranqüilo... Trupp – falou Crisco, rindo. Apontando a zarabatana para Hugo.
Os três se juntaram (ainda sentados sobre as folhas secas) de costas uns para os outros. E olharam os monstrinhos verdes e cabeçudos armados até os dentes com atenção.
- Quem são vocês? O que querem de nós? – rosnou Hugo, encolhendo as pernas também.
- Estamos com fome. E vocês serão a nossa refeição – anunciou Trupp que estava com uma boleadeiras na mãozinha.
- Quem são vocês? – repetiu Eduardo; a coragem o abandonava pouco a pouco.
- Somos os goblins. Os senhores de Terr... digo... da Floresta de Trion – disse um deles em cima de uma porca verde, com malhas brancas na parte inferior do corpo. –, depois de Gandon é claro.
- Afastem-se de nós! – mandou Raquel, apontando para frente.
Crisco lhe deu um sorriso maldoso, estava a sua frente, rangendo os dentes de raiva, com a zarabatana na mão. Coçou o longo nariz torto e disse:
- Menina metida. Nojenta... insolente... feia.
Os três goblins estavam rodeando eles. Hugo sabia que seria muito arriscado sair correndo. Não conheciam nada daquele lugar.
- Vamos amarrá-los. Os levaremos para Terr... – disse o goblin de cara torta, que segurava a boleadeiras firmemente. –, digo... os levaremos à Gandon.
- Não seria melhor matá-los primeiro? Ficaria mais fácil para carregá-los! – riu o outro que estava em cima da porca verde. Segurando as rédeas fortemente, como se estivesse em cima de um cavalo.
Raquel se assustou. Eduardo viu o goblin de sorriso maldoso retirar uma corda da cintura ainda com a zarabatana na mão. Mas Hugo se jogou para o lado dando um soco no rosto da criaturinha.
E alguém tossiu.
- Vamos comê-los é claro – disse uma vozinha horripilante, cutucando Eduardo na barriga com uma pequena lança na mão.
- Claro que não. Temos que levá-los à Gandon. Será que você não sabe que tudo têm de passar pelas mãos dele primeiro? Depois é que ele nos dá aqueles que não são mais úteis para ele!
- Eles estão desmaiados – gritou outra vozinha, só que esta era mais rouca e mandona. –Seria muito mais fácil matá-los. Vocês não acham?
Eduardo, Raquel e Hugo estavam desacordados em cima de um amontoado de folhas secas. Depois de minutos Raquel abriu os olhos com esforço, tentou ver o céu entre as copas das gigantescas árvores, mas não deu. Levou a mão na altura da testa e viu uma carinha verde lhe dar um sorriso maldoso. E a garota dera um grito, ao levantar a cabeça e bater no queixo da criaturinha miudinha que, caiu para trás.
- Hugo... Eduardo! Acordem, agora! – pedia Raquel. Não sabia se olhava para as criaturinhas verdes ou balançava os braços dos irmãos. – Que roupas são essas?
Eduardo abriu os olhos. Tentou gritar, mas não saiu nada. A única coisa que pôde fazer foi encolher as pernas. Os três vestiam roupas rasgadas e sujas, como se estivessem ficado presos durante anos em uma cela escura e vazia.
- Quem são eles? – pergunto Hugo, vendo outra criaturinha miudinha aponta-lhe uma zarabatana.
- Cuidado, Crisco!
- Pode ficar tranqüilo... Trupp – falou Crisco, rindo. Apontando a zarabatana para Hugo.
Os três se juntaram (ainda sentados sobre as folhas secas) de costas uns para os outros. E olharam os monstrinhos verdes e cabeçudos armados até os dentes com atenção.
- Quem são vocês? O que querem de nós? – rosnou Hugo, encolhendo as pernas também.
- Estamos com fome. E vocês serão a nossa refeição – anunciou Trupp que estava com uma boleadeiras na mãozinha.
- Quem são vocês? – repetiu Eduardo; a coragem o abandonava pouco a pouco.
- Somos os goblins. Os senhores de Terr... digo... da Floresta de Trion – disse um deles em cima de uma porca verde, com malhas brancas na parte inferior do corpo. –, depois de Gandon é claro.
- Afastem-se de nós! – mandou Raquel, apontando para frente.
Crisco lhe deu um sorriso maldoso, estava a sua frente, rangendo os dentes de raiva, com a zarabatana na mão. Coçou o longo nariz torto e disse:
- Menina metida. Nojenta... insolente... feia.
Os três goblins estavam rodeando eles. Hugo sabia que seria muito arriscado sair correndo. Não conheciam nada daquele lugar.
- Vamos amarrá-los. Os levaremos para Terr... – disse o goblin de cara torta, que segurava a boleadeiras firmemente. –, digo... os levaremos à Gandon.
- Não seria melhor matá-los primeiro? Ficaria mais fácil para carregá-los! – riu o outro que estava em cima da porca verde. Segurando as rédeas fortemente, como se estivesse em cima de um cavalo.
Raquel se assustou. Eduardo viu o goblin de sorriso maldoso retirar uma corda da cintura ainda com a zarabatana na mão. Mas Hugo se jogou para o lado dando um soco no rosto da criaturinha.
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